Mostrando postagens com marcador Nascimentos de bebês do Grupo GestaLondrina.. Mostrar todas as postagens
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21 de agosto de 2012
Nasceu Sophia da Viviane Gonzaga!
Segue o relato do papai coruja!
"Nessa madrugada as 5 horas da manhã fomos para a maternidade, pois acordamos 4 da manhã com bastantes contrações.
Chegamos no Hospital as 5:15 da manhã, logo levaram a Viviane para ver como estava a dilatação e já estava com 10 centímetros e com muita contração.
Já fomos imediatamente para a sala de parto e a Sophia nasceuuuuuuuuuuuuuu.
Não poderia ser melhor e mais rápido, Deus Outra vez nos surpreendeu.
Nasceu as 5:45 23/08/2012
Com 3.800 KG com 51 Centímetros.
:):):)
Grato a DEUS Por ter ocorrido tudo muito perfeito,
Chegou a Sophia Gente.
Feliz da vida."
Parabéns ela é linda! Muito leitinho!!!
6 de agosto de 2012
Nasceu Pedro da Andrea Britto
Nasceu no dia 06 de agosto de 2012 o Pedro da Andrea e do Paulo.
Foi uma cesárea agendada pelo médico que não quis esperar mais que 41 semanas mesmo ela perdendo o tampão e dando sinais que entraria em trabalho de parto.
Andrea me conheceu através do Gesta. Ela chegou a mudar de obstetra porque a primeira queria marcar a cesárea na primeira consulta. Infelizmente o convênio não tinha entre as opções os profissionais que costumo recomendar e que esperariam pelo trabalho de parto.
Pedro nasceu com 3,800kg e 50cm muito lindo e fofo!!!
Mãe e bebê estão bem, aprendendo a amamentar.
Pedro, que você tenha uma vida muito feliz!!!
22 de julho de 2012
Nasceu Benjamin da Michelle
A Michelle e o Anderson me procuraram no Gesta. Desde a primeira vez que eu conversei com ela senti uma firmeza incrível. Eles optaram por não saber o sexo do bebê :D. Então este parto teve um gostinho de surpresa a mais. Apesar que nosso palpite era que viria o Benjamin mesmo.
O GO (Dr. Alessandro Galletto) que iria acompanhar estava viajando e foi muito atencioso atendendo nossos telefonemas e pedindo para o Dr. Gilberto ficar no seu lugar mesmo sendo 2 horas da manhã.
O parto foi muito rápido, a parte ativa mesmo não chegou a durar 2 horas e meia.
Este ainda nem é o relato, eu quero muito que ela escreva este relato que tem muita coisa engraçada e boa pra contar! To doida pra saber a visão dela das coisas e assim que ela postar eu publico aqui quem sabe com alguma impressão que eu tive ;)
Benjamin chegou as 4:53 do dia 22 de Julho de 2012 pesando 3,300kg e medindo 50cm. Michelle e Anderson estão muito felizes!
Hoje tivemos uma consulta pós-parto o leitinho já desceu e ele está acostumando com a quantidade hehe! Benjamin é um fofo!
Uma linda vida pra vocês, tenho certeza que serão pais maravilhosos!
BjoS!!!
9 de julho de 2012
Nasceu Janaína da Maíra
Nasceu no dia 09 de Julho de 2012 a Janaína da Maíra!
Pesando 3,250kg.
Foi um intenso trabalho de parto e a Maíra teve que fazer uma cesariana.
Mamãe e bebê estão bem!
A Carla foi quem acompanhou o parto como doula.
Uma vida linda pra vocês!!!
15 de junho de 2012
Nasceu Anna Carolina da Karina
A Kaká eu conheci assim que me mudei para Londrina. Foi quem me apresentou as meninas do Gesta. Ela tinha mudado recentemente do Rio de Janeiro pra cá. Muito mais que uma cliente, ela é minha amiga querida. Me ajudou muito quando estive internada e quando a Lais nasceu. Dinda da Lais :).
A Bia sua primeira filha nasceu através de uma cesárea mal indicada. Ela se preparou por 5 anos para conseguir ter a Carol de parto normal. E me escolheu como doula.
Foi muito especial para acompanhar este parto. Estou que não caibo em mim de felicidade porque minha amiga é uma guerreira!!!
Parabéns Kaká!!!
Segue o Relato de Parto feito pela Karina :D
Londrina, 15 de junho de 2012
João 16:21 “A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um ser no mundo.”
Obrigada, Senhor, por eu ter conseguido meu tão sonhado VBAC (parto normal depois de uma cesárea), quando peguei a Carol pela primeira vez em meus braços, só vinha a minha mente Efésios 3.20: “ O Senhor é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos, ou pensamos.” Deus é fiel!!!!
Esse parto começou desde que eu tive a Bia, de uma cesárea ou melhor desneCESÁREA em maio de 2007. Eu queria ter parido a Bia, mas no final da gravidez vieram as enganações: “o cordão está enrolado no pescoço, só vamos esperar até 38 ou 39 semanas, o líquido amniótico está diminuído, a placenta envelheceu.” E acabei entrando na faca por falta de informações. A cesárea não dói na hora, mas depois... o pesadelo começou quando cheguei em casa com a Bia nos meus braços, com uma bebê sonolenta (embebida em anestésico com toda certeza), eu desanimada, cansada, acabada, cortada, super medicada (antiflamatório, remédio para gases e antitérmico), depois de um tempo, eu só pensava: Meu Deus, não pode ser assim a melhor forma de um bebê nascer, não precisa ser assim... e fui resgatar, como fera ferida, a parte do meu parto que me tinha sido roubada!
Comecei a procurar na internet saber sobre parto normal, foi quando comecei a ler sobre parto humanizado e isso foi formando meus conceitos e desejos: aquele era o jeito certo de trazer um filho ao mundo, com respeito à mulher e ao bebê, onde a mulher é a protagonista do seu parto.
Nessa época mudei para Londrina e conheci a Edi, que mesmo tendo pouco contato, tenho um enorme carinho, ela teve a Luiza de parto humanizado com o dr. Alessandro Galleto, foi lindo o relato dela, eu chorava ao ler, era aquilo que eu queria para mim! Ela me apresentou a doula Pata, conversei algumas vezes com ela, ela me indicou sites e grupos de apoio e eu corri atrás do que eu queria 5 anos antes de ter a Carol. Dessa busca indiretamente nasceu aqui em Londrina o Gesta, apoiando as grávidas que querem parir dignamente, pois eu apresentei a Pata, coordenadora do GestaMaringá, a minha doula Marilia, que hoje coordena o GestaLondrina.
Meu parto começou no dia 11 de junho, o que chamamos de pródromos, que é um preparo do corpo para o parto: estávamos na reunião de oração do JUNHORANDO e quando terminou fui pegar a Bia na salinha das crianças e a tia perguntou para quando era o bebê e eu disse, acho que para hoje, porque minha bolsa acabou de romper. Ela ficou toda nervosa, oferecendo ajuda e eu a despreocupei, dizendo que estava tudo bem. Na verdade nessa hora, eu comecei a pensar no que ia fazer, já que meu médico só chegaria na sexta e eu não queria cair numa cesária de jeito nenhum. Pensei em ir para a maternidade Municipal para ter chances de parir. Ao chegar em casa, liguei para minha doula que mandou uma mensagem para uma enfermeira obstetriz do GestaLondrina (grupo de gestantes a favor do Parto Normal), a Telminha, e se enganou e mandou uma mensagem para a secretária do meu obstetra, a mulher ficou doida, dizendo que eu tinha de ligar para ela, para ela dar as coordenadas do que fazer, que um parto é uma coisa complicada, é delicado... coitada!
Naquela noite começaram as primeiras contrações, bem fraquinhas e sem ritmo. Amanheceu e nada de contrações. Decidi fazer uma cardiotoco que eu tinha o pedido comigo, estava tudo bem com a Carol. À tarde o médico que o doutor Galleto deixou no lugar dele quis me ver, fui ao consultório e ele disse que a bolsa não tinha rompido, que meu útero ainda estava alto e que eu podia ficar tranquila. Ainda me elogiou dizendo eu ser corajosa por querer um parto normal e que segundo a análise dele eu poderia parir sim. Toda noite vinham as contrações fraquinhas e sem ritimos, eu sabia que estava perto, mas conversava com a Carol para ela esperar até sexta... graças a Deus tudo deu certo! Quinta foi um dia agitado, foi quando terminei de fazer as lembrancinhas da chegada da Carol, comprei um roupão de flanela bem quentinho para usar na maternidade, umas touquinhas para a Carol, meias e cacharrel de lã para a Bia, fui à pediatra que iria assistir ao nascimento da Carol e quando foi 3 horas da manhã as contrações começaram, sem ritimo, mas fortes, quando foi 5 da manhã elas vieram regulares e de 5 em 5 minutos. Liguei para minha doula e amiga Marilia e disse que queria ir ao hospital porque “o bicho estava pegando”. Eu tentei sentar na bola durante as contrações fortes, mas doía mais ainda... cheguei no hospital com 7 de dilatação e fui para 9 rapidinho... mas aí as coisas ficaram mais lentas. Dilatava mais um pouco, a Carol descia mais, mas eu não sentia aquela vontade de fazer força para o bebê nascer.
Definitivamente hospital não é o lugar de um bebê saudável nascer! Eu ia andar no corredor durante o trabalho de parto e as pessoas achavam que eu estava passando mal, perguntavam se eu queria ajuda, que chamasse socorro, aquilo me irritava muito, porque eu estava em um momento meu, introspectivo, eu estava vivendo uma experiência maravilhosa, sonhada, estar em trabalho de parto te coloca em outra dimensão, uma coisa meio doida, mas as pessoas falando e oferecendo ajuda me tiravam do clima de “partolandia”. Decidi ir para o quarto, fiquei no chuveiro, sentada na escadinha para subir na cama (poxa, podia ter uma banquetinha, né? Investimento tão alto para o hospital...), era uma delícia ficar ali. A todo momento a Marilia estava ao meu lado, fazendo massagem, jogando óleos no box, me oferecendo alimentos, e tentando conter o entra e sai de enfermeiras e funcionárias do hospital que cortavam o meu clima de parto natural. Aceitei a ocitocina para tentar acelerar o trabalho de parto, mas a evolução foi pouca. Tentei parir na poltrona, tentei parir na cama, não tinha posição, não tinha apoio (poxa, uma barra de ferro também deve ser um investimento muito alto para o hospital...) Eu não ia conseguir? Veio dúvida nessa hora. Foi quando o dr. Galleto disse que eu ia para o centro cirúrgico, pois o período expulsivo estava muito longo: fui desesperada, chorando e achando que ia ser anestesiada, cortada e que a Carol seria puxada com fórceps, achei que ia ter um parto normal Frank (desrespeitoso) ... quando cheguei no centro cirúrgico falei para o doutor dar logo a anestesia e me cortar, e ele perguntou o que eu estava falando, que não ia ter nada disso, que ele só ia me deixar em uma posição melhor para eu conseguir parir. Pedi para as enfermeiras deixarem minha doula entrar, ela também sonhou comigo esse parto. Eu acho que as enfermeiras estavam tão na torcida de tudo dar certo, que se eu pedisse para entrar qualquer pessoa, elas deixariam, elas acompanharam todas as 12 horas de trabalho de parto e creio que torceram pelo parto normal acontecer, coisa rara, uma vez que 95% dos nascimentos são cesáreas. Coloquei meu pé naqueles estribos e quando segurei na barra de ferro a Carol veio na terceira contração! Que alegria, que orgulho, que garra, eu consegui meu VBAC, coisa rara nesse mundo medicalista, cesarista, desrespeitoso com a escolha da mulher... toda mulher merecia um parto digno, segundo sua escolhas. Me lembrei de algumas pessoas que tiveram parto normal totalmente desrespeitoso, totalmente brutal, que foram rasgadas, mal costuradas, que foram “punidas”. Me lembrei das amigas que queriam um parto normal e que foram enganadas pela conversa do médico que não espera o tempo do bebê nascer, e dão mil desculpas para levar para a faca. Me senti privilegiada por ter um parto respeitado.
A Carol chegou calma, veio direto para meus braços, eu lembro de fazer uma oração de louvor, agradecendo a Deus sua fidelidade, seu imenso amor, foi muito emocionante: a Carol veio direto para meus braços, mamou, tudo na paz, sem sem intervenções (aspiração e coisa do gênero). A dor faz parte, doeu sim, nem tanto quanto imaginei, mas passou no momento em que peguei a Carol no colo. Eu usei a dor como aliada e não como inimiga, eu sabia que ia doer e sabia que ia passar, e eu precisava passar por isso para dar o melhor para a Carol. Depois tudo passou, eu estava lúcida, feliz, orgulhosa de ter conseguido... valeu! Depois do meu parto tomei uma banho gostoso, fui ver minha filha, comi, curti a vitória do meu parto com meu marido, vi a Bia que me deu uma enorme alegria e lembrança do que vivi no parto dela e do que estava vivendo naquele dia, foi maravilhoso!!!
Achei legal meu marido dizer que não se assustou ao ver a cabecinha da Carol coroando, achei legal a Bia comemorar que a Carol nasceu da perereca, minha família abraçou meu sonho.
Primeiramente agradeço a Deus, de quem sou totalmente dependente, que é fiel sempre! Ao meu marido que me apoiou em tudo que precisei, respeitou minhas decisões e escolhas, que sonhou comigo o desejo desse parto. À Bia, minha filha, que me inseriu no mundo mais maravilhoso que pode existir, a maternidade; ela é meu tesouro, meu amor, minha companheira; à minha mãe, que e orou por mim durante toda gravidez; à minha irmã Bruna, curiosa em relação ao meu parto, sempre admirando a escolha e torcendo por mim; ao grupo de oração Ore+, que esteve em oração durante meu trabalho de parto; a minha doula Marilia, que esteve junto o tempo todo, era minha voz nas contrações e momentos em que eu queria silêncio, doula é essencial, valeu cada centavo; ao dr. Galleto que me respeitou como mulher, como ser humano, que não roubou meu protagonismo; a dr. Rosana que assistiu à Carol e não fez intervenções desnecessárias; a todos os amigos e família que participaram da minha gravidez, do meu sonho... eu amo ser mãe, eu amo parir... eu quero mais!!! Mulher saudável, com bebê saudável, pode parir em qualquer lugar, só precisa de Deus e mais nada, Deus é perfeito!
Karina Abs Brandão, de alma lavada!!!
Mãe da Bia, 5 anos, nascida de desneCESÁREA eletiva e da Carol, RN, nascida de um lindo VBAC.
BjoS!!!
Londrina, 15 de junho de 2012
João 16:21 “A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um ser no mundo.”
Obrigada, Senhor, por eu ter conseguido meu tão sonhado VBAC (parto normal depois de uma cesárea), quando peguei a Carol pela primeira vez em meus braços, só vinha a minha mente Efésios 3.20: “ O Senhor é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos, ou pensamos.” Deus é fiel!!!!
Esse parto começou desde que eu tive a Bia, de uma cesárea ou melhor desneCESÁREA em maio de 2007. Eu queria ter parido a Bia, mas no final da gravidez vieram as enganações: “o cordão está enrolado no pescoço, só vamos esperar até 38 ou 39 semanas, o líquido amniótico está diminuído, a placenta envelheceu.” E acabei entrando na faca por falta de informações. A cesárea não dói na hora, mas depois... o pesadelo começou quando cheguei em casa com a Bia nos meus braços, com uma bebê sonolenta (embebida em anestésico com toda certeza), eu desanimada, cansada, acabada, cortada, super medicada (antiflamatório, remédio para gases e antitérmico), depois de um tempo, eu só pensava: Meu Deus, não pode ser assim a melhor forma de um bebê nascer, não precisa ser assim... e fui resgatar, como fera ferida, a parte do meu parto que me tinha sido roubada!
Comecei a procurar na internet saber sobre parto normal, foi quando comecei a ler sobre parto humanizado e isso foi formando meus conceitos e desejos: aquele era o jeito certo de trazer um filho ao mundo, com respeito à mulher e ao bebê, onde a mulher é a protagonista do seu parto.
Nessa época mudei para Londrina e conheci a Edi, que mesmo tendo pouco contato, tenho um enorme carinho, ela teve a Luiza de parto humanizado com o dr. Alessandro Galleto, foi lindo o relato dela, eu chorava ao ler, era aquilo que eu queria para mim! Ela me apresentou a doula Pata, conversei algumas vezes com ela, ela me indicou sites e grupos de apoio e eu corri atrás do que eu queria 5 anos antes de ter a Carol. Dessa busca indiretamente nasceu aqui em Londrina o Gesta, apoiando as grávidas que querem parir dignamente, pois eu apresentei a Pata, coordenadora do GestaMaringá, a minha doula Marilia, que hoje coordena o GestaLondrina.
Meu parto começou no dia 11 de junho, o que chamamos de pródromos, que é um preparo do corpo para o parto: estávamos na reunião de oração do JUNHORANDO e quando terminou fui pegar a Bia na salinha das crianças e a tia perguntou para quando era o bebê e eu disse, acho que para hoje, porque minha bolsa acabou de romper. Ela ficou toda nervosa, oferecendo ajuda e eu a despreocupei, dizendo que estava tudo bem. Na verdade nessa hora, eu comecei a pensar no que ia fazer, já que meu médico só chegaria na sexta e eu não queria cair numa cesária de jeito nenhum. Pensei em ir para a maternidade Municipal para ter chances de parir. Ao chegar em casa, liguei para minha doula que mandou uma mensagem para uma enfermeira obstetriz do GestaLondrina (grupo de gestantes a favor do Parto Normal), a Telminha, e se enganou e mandou uma mensagem para a secretária do meu obstetra, a mulher ficou doida, dizendo que eu tinha de ligar para ela, para ela dar as coordenadas do que fazer, que um parto é uma coisa complicada, é delicado... coitada!
Naquela noite começaram as primeiras contrações, bem fraquinhas e sem ritmo. Amanheceu e nada de contrações. Decidi fazer uma cardiotoco que eu tinha o pedido comigo, estava tudo bem com a Carol. À tarde o médico que o doutor Galleto deixou no lugar dele quis me ver, fui ao consultório e ele disse que a bolsa não tinha rompido, que meu útero ainda estava alto e que eu podia ficar tranquila. Ainda me elogiou dizendo eu ser corajosa por querer um parto normal e que segundo a análise dele eu poderia parir sim. Toda noite vinham as contrações fraquinhas e sem ritimos, eu sabia que estava perto, mas conversava com a Carol para ela esperar até sexta... graças a Deus tudo deu certo! Quinta foi um dia agitado, foi quando terminei de fazer as lembrancinhas da chegada da Carol, comprei um roupão de flanela bem quentinho para usar na maternidade, umas touquinhas para a Carol, meias e cacharrel de lã para a Bia, fui à pediatra que iria assistir ao nascimento da Carol e quando foi 3 horas da manhã as contrações começaram, sem ritimo, mas fortes, quando foi 5 da manhã elas vieram regulares e de 5 em 5 minutos. Liguei para minha doula e amiga Marilia e disse que queria ir ao hospital porque “o bicho estava pegando”. Eu tentei sentar na bola durante as contrações fortes, mas doía mais ainda... cheguei no hospital com 7 de dilatação e fui para 9 rapidinho... mas aí as coisas ficaram mais lentas. Dilatava mais um pouco, a Carol descia mais, mas eu não sentia aquela vontade de fazer força para o bebê nascer.
Definitivamente hospital não é o lugar de um bebê saudável nascer! Eu ia andar no corredor durante o trabalho de parto e as pessoas achavam que eu estava passando mal, perguntavam se eu queria ajuda, que chamasse socorro, aquilo me irritava muito, porque eu estava em um momento meu, introspectivo, eu estava vivendo uma experiência maravilhosa, sonhada, estar em trabalho de parto te coloca em outra dimensão, uma coisa meio doida, mas as pessoas falando e oferecendo ajuda me tiravam do clima de “partolandia”. Decidi ir para o quarto, fiquei no chuveiro, sentada na escadinha para subir na cama (poxa, podia ter uma banquetinha, né? Investimento tão alto para o hospital...), era uma delícia ficar ali. A todo momento a Marilia estava ao meu lado, fazendo massagem, jogando óleos no box, me oferecendo alimentos, e tentando conter o entra e sai de enfermeiras e funcionárias do hospital que cortavam o meu clima de parto natural. Aceitei a ocitocina para tentar acelerar o trabalho de parto, mas a evolução foi pouca. Tentei parir na poltrona, tentei parir na cama, não tinha posição, não tinha apoio (poxa, uma barra de ferro também deve ser um investimento muito alto para o hospital...) Eu não ia conseguir? Veio dúvida nessa hora. Foi quando o dr. Galleto disse que eu ia para o centro cirúrgico, pois o período expulsivo estava muito longo: fui desesperada, chorando e achando que ia ser anestesiada, cortada e que a Carol seria puxada com fórceps, achei que ia ter um parto normal Frank (desrespeitoso) ... quando cheguei no centro cirúrgico falei para o doutor dar logo a anestesia e me cortar, e ele perguntou o que eu estava falando, que não ia ter nada disso, que ele só ia me deixar em uma posição melhor para eu conseguir parir. Pedi para as enfermeiras deixarem minha doula entrar, ela também sonhou comigo esse parto. Eu acho que as enfermeiras estavam tão na torcida de tudo dar certo, que se eu pedisse para entrar qualquer pessoa, elas deixariam, elas acompanharam todas as 12 horas de trabalho de parto e creio que torceram pelo parto normal acontecer, coisa rara, uma vez que 95% dos nascimentos são cesáreas. Coloquei meu pé naqueles estribos e quando segurei na barra de ferro a Carol veio na terceira contração! Que alegria, que orgulho, que garra, eu consegui meu VBAC, coisa rara nesse mundo medicalista, cesarista, desrespeitoso com a escolha da mulher... toda mulher merecia um parto digno, segundo sua escolhas. Me lembrei de algumas pessoas que tiveram parto normal totalmente desrespeitoso, totalmente brutal, que foram rasgadas, mal costuradas, que foram “punidas”. Me lembrei das amigas que queriam um parto normal e que foram enganadas pela conversa do médico que não espera o tempo do bebê nascer, e dão mil desculpas para levar para a faca. Me senti privilegiada por ter um parto respeitado.
A Carol chegou calma, veio direto para meus braços, eu lembro de fazer uma oração de louvor, agradecendo a Deus sua fidelidade, seu imenso amor, foi muito emocionante: a Carol veio direto para meus braços, mamou, tudo na paz, sem sem intervenções (aspiração e coisa do gênero). A dor faz parte, doeu sim, nem tanto quanto imaginei, mas passou no momento em que peguei a Carol no colo. Eu usei a dor como aliada e não como inimiga, eu sabia que ia doer e sabia que ia passar, e eu precisava passar por isso para dar o melhor para a Carol. Depois tudo passou, eu estava lúcida, feliz, orgulhosa de ter conseguido... valeu! Depois do meu parto tomei uma banho gostoso, fui ver minha filha, comi, curti a vitória do meu parto com meu marido, vi a Bia que me deu uma enorme alegria e lembrança do que vivi no parto dela e do que estava vivendo naquele dia, foi maravilhoso!!!
Achei legal meu marido dizer que não se assustou ao ver a cabecinha da Carol coroando, achei legal a Bia comemorar que a Carol nasceu da perereca, minha família abraçou meu sonho.
Primeiramente agradeço a Deus, de quem sou totalmente dependente, que é fiel sempre! Ao meu marido que me apoiou em tudo que precisei, respeitou minhas decisões e escolhas, que sonhou comigo o desejo desse parto. À Bia, minha filha, que me inseriu no mundo mais maravilhoso que pode existir, a maternidade; ela é meu tesouro, meu amor, minha companheira; à minha mãe, que e orou por mim durante toda gravidez; à minha irmã Bruna, curiosa em relação ao meu parto, sempre admirando a escolha e torcendo por mim; ao grupo de oração Ore+, que esteve em oração durante meu trabalho de parto; a minha doula Marilia, que esteve junto o tempo todo, era minha voz nas contrações e momentos em que eu queria silêncio, doula é essencial, valeu cada centavo; ao dr. Galleto que me respeitou como mulher, como ser humano, que não roubou meu protagonismo; a dr. Rosana que assistiu à Carol e não fez intervenções desnecessárias; a todos os amigos e família que participaram da minha gravidez, do meu sonho... eu amo ser mãe, eu amo parir... eu quero mais!!! Mulher saudável, com bebê saudável, pode parir em qualquer lugar, só precisa de Deus e mais nada, Deus é perfeito!
Karina Abs Brandão, de alma lavada!!!
Mãe da Bia, 5 anos, nascida de desneCESÁREA eletiva e da Carol, RN, nascida de um lindo VBAC.
BjoS!!!
15 de abril de 2012
Nasceu Otto! Filho da Juliana e do Bruno!
Otto nasceu um dia depois do chá de bênçãos que fizermos para eles! Ele não é lindo?
Juliana está muito satisfeita com o parto!
Ele nasceu com 2,660kg e 43,5 cm.
Felicidades para a nova família e MUITO leitinho!!!
BjoS!
26 de março de 2012
Nasceu Elisa! Filha da Fernanda e do Elvis
No dia 26/03/2012 as 01:17 da manhã nasceu Elisa! Após um loooooongo trabalho de parto que iniciou com a bolsa rompendo no sábado (24) pela manhã com 40 semanas de gestação mas sem nenhum outro sinal.
Fernanda foi internada no domingo pela manhã e a bebê nasceu na madrugada de segunda depois de 36 horas de bolsa rota e umas 14 horas de trabalho de parto ativo.
Parabéns Fernanda pela bravura, Elvis pelo amor que dedicou o tempo inteiro e dra. Marlene Nonaka pela delicadeza e paciência de esperar o tempo da Elisa nascer.
Elisa nasceu linda e assim que foi colocada no seio sugou imediatamente :D
Nasceu com 3,100kg e 48cm muito muito fofa!
Uma linda lua de leite para vocês!!!
BjoS!
15 de março de 2012
Nasceu Veridianna! Filha da Cristiane e do César!
No dia dia 12/03/2012 as 4:50 praticamente com o raiar do sol nasceu Veridiana!
Foi um parto natural que evoluiu bem rápido.
Cris foi ativa durante todo o trabalho de parto e o pai também!
Dr. Alessandro Galletto foi o médico obstetra eu fui a doula (coruja) e o parto aconteceu no Hospital Mater Dei.
Veridiana nasceu com 3,680kg e 50cm (de pura fofura! Agora entenderam o coruja?).
Uma linda lua de leite para vocês!!!
BjoS!!!
31 de julho de 2011
Nasceu Surya, filha da Fernanda e do Silvio.
Surya nasceu em casa, num tranquilo e poderoso parto domiciliar planejado, no último dia no mês, às 21:18h.
Fernanda estreou nossa banqueta de parto (que até agora só tinha servido de banco de descanso no TP) e pariu vendo a filha através de um espelho e apoiada pelo marido.
Estavam presentes os avós, a amiga Ana Carolina, a doula, o GO, a pediatra e a Enfª Obstetrica.
Muito leite pra elas!
Que este seja o primeiro de muitos partos domiciliares que Londrina terá o prazer de presenciar!
3 de maio de 2011
Nasceu Davi, filho de Paula e Rodolfo

Foram quase 11 horas de trabalho de parto no total, umas 5 ou 6 de trabalho de parto ativo.
Davi nasceu de um VBAC hospitalar.
Mãe e bebê passam super bem :).
Ele nasceu dia 03/05/2011 às 17:34 com 3,500kg e 49cm!
Um fofo, muito lindo mesmo!
Quem acompanhou a Paula como doula fui eu, ter participado desse momento foi muito importante e emocionante pra mim.
Até mais!
15 de abril de 2011
Nasceu Murilo, filho da Anadélia e do Franscisco, de Rolândia.
Murilo nasceu sexta feira, dia 15/04, às 18:06h, num parto normal hospitalar muito intenso, que botou a prova toda a força da mãe Anadélia e companheirismo do pai Francisco.
Ele mediu 47cm, pesou 3.310gr, é polaquinho e não quis mamar no primeiro contato com a mãe, preferindo curtir o calor do seu colo. Apesar de cansados, ambos ficaram bem.
Muito leite pra eles!
20 de março de 2011
Nasceu Heitor, filho da Tânia e do Marcelo.
Nasceu neste domingo, dia 20/03, às 19:28h, na maternidade Mater Dei de Londrina, Heitor, o primeiro bebê da Tânia e do Marcelo.
Heitor estava com 37 semanas e a Tânia apresentou aumento da pressão arterial significativa, que combinada com outros exames e diagnósticos, justificaram a indicação de cesárea.
Ele já mama e a família está bem e feliz com a chegada do pequeno.
Muito leite pra eles!
22 de dezembro de 2010
Nasceu Alice, filha da Andrea e do Luis.
Alice nasceu hoje às 7 horas da manhã, estreando a banheira do Hospital Evangélico em Londrina, num longo e tranquilo trabalho de parto, onde passaram-se 6h da dilatação total ao nascimento, porém: normal, lindo, na água, feliz, empoderador.
A pequena saiu da água quietinha, com os olhos bem abertos procurando pela mãe. Foi recebida por ela e pelo pai, pelo GO e pelo pediatra ambos muito pacientes e atenciosos, e pela doula que vos fala...
Após aquecida e acalentada, ficou nos braços do pai enquanto a mãe recebia atendimento para sutura de uma pequena laceração. Ela não foi banhada, nem medida ou pesada, por que simplesmente não largou a mãe nas 2 horas seguintes, mamando como se fizesse isso há muito tempo.
Parabéns Andrea pela sua garra e força, pela conquista do parto sonhado.
Muito leite pra vocês!
A pequena saiu da água quietinha, com os olhos bem abertos procurando pela mãe. Foi recebida por ela e pelo pai, pelo GO e pelo pediatra ambos muito pacientes e atenciosos, e pela doula que vos fala...
Após aquecida e acalentada, ficou nos braços do pai enquanto a mãe recebia atendimento para sutura de uma pequena laceração. Ela não foi banhada, nem medida ou pesada, por que simplesmente não largou a mãe nas 2 horas seguintes, mamando como se fizesse isso há muito tempo.
Parabéns Andrea pela sua garra e força, pela conquista do parto sonhado.
Muito leite pra vocês!
5 de dezembro de 2010
Nasceu Roger, filho da Vany e do Edson.
Roger nasceu hoje, às 18:04h, de parto normal hospitalar, no quarto, em cócoras sustentada pelo pai.
A Vany teve um início de TP muito rápido e ficou com 10cm de dilatação por mais de 1 hora, esperando pelo momento do Roger decidir coroar.
Ele nasceu com 3.100gr, não sei quantos centímetros (nem a Vany...rs).
Recebi a notícia através do pai, que estava muito emocionado!
Hoje falei com a Vany e ela esta tranqüila e feliz. Disse que o bebê está no peito toda hora... rs
Muito leite pra eles!
2 de novembro de 2010
Nasceu Sofia filha da Karime e Gustavo
Sofia estreou no mundo no dia 02/11/2010, ás 11:23 horas, 47 cm, 3135kg, na Maternidade Municipal Lucilla Ballalai.
Depois de muitas tentativas para fazer a Sofia virar ela permaneceu sentadinha até a mamãe entrar em trabalho de parto, por esse motivo foi realizada uma cesariana.

Parabéns aos pais e um agradecimento especial à Enfermeira Telma que foi quem acompanhou a Karime desde a gestação até o nascimento da Sofia!
Até mais!
Depois de muitas tentativas para fazer a Sofia virar ela permaneceu sentadinha até a mamãe entrar em trabalho de parto, por esse motivo foi realizada uma cesariana.

Parabéns aos pais e um agradecimento especial à Enfermeira Telma que foi quem acompanhou a Karime desde a gestação até o nascimento da Sofia!
Até mais!
26 de outubro de 2010
Nasceu Laís, filha da Marília e do Daniel.
Nasceu hoje o bebê mais apressado do GestaLondrina!
Laís nasceu ás 12:30h, de parto natural hospitalar, no leito, períneo íntegro.
Estavam presentes o pai, a Lorena estreando como doula, o GO.
Laís pesou 2.400gr, às 35 semanas, não mediram, mas a mãe achou que ela é gordinha... rs
Ela está no berço aquecido em observação por conta da prematuridade.
Marília resumiu: foi tudo lindo!

Muito leite pra elas!
Parabéns Marília...
Laís nasceu ás 12:30h, de parto natural hospitalar, no leito, períneo íntegro.
Estavam presentes o pai, a Lorena estreando como doula, o GO.
Laís pesou 2.400gr, às 35 semanas, não mediram, mas a mãe achou que ela é gordinha... rs
Ela está no berço aquecido em observação por conta da prematuridade.
Marília resumiu: foi tudo lindo!

Muito leite pra elas!
Parabéns Marília...
17 de setembro de 2010
Nasceu Miguel, filho da Luciana e do Ricardo!
Miguel nasceu às 18:58h, de parto natural, hospitalar.
Foi um TP intenso, de bolsa rota e mecônio, sem nenhuma intervenção, com expulsivo de 2h.
Luciana deu à luz um meninão de 4.055gr e 51cm, em cócoras sustentada pelo marido, no quarto da maternidade.
Não sofreu episio e teve uma pequena laceração. Bem pequena mesmo... rs
Miguel foi direto para o colo da mãe e depois de limpo e aquecido, mamou o colostro dos dois seios.
Parabéns aos dois que se mantiveram firmes durante o TP, que bela dupla! E ao pai que manteve-se sereno.
Muito leite pra vocês!
Foi um TP intenso, de bolsa rota e mecônio, sem nenhuma intervenção, com expulsivo de 2h.
Luciana deu à luz um meninão de 4.055gr e 51cm, em cócoras sustentada pelo marido, no quarto da maternidade.
Não sofreu episio e teve uma pequena laceração. Bem pequena mesmo... rs
Miguel foi direto para o colo da mãe e depois de limpo e aquecido, mamou o colostro dos dois seios.
Parabéns aos dois que se mantiveram firmes durante o TP, que bela dupla! E ao pai que manteve-se sereno.
Muito leite pra vocês!
4 de agosto de 2010
Nasceu Sarah, filha da Anita e Ricardo Vilela!

Sarah nasceu dia 04 de agosto de 2010 com 3 quilos e 20 gr e 47,5 cm.
" Nasceu com 38 semanas. Minha bolsa estourou as 17 hrs do dia 3 e ela nasceu 1:45am do dia 4. Acabei pedindo analgesia, que foi aplicada no fim do trabalho de parto. Meu parto foi normal com forceps. NUNCA voltaria no tempo e faria uma cesárea. Mas, da proxima vez, gostaria de tentar fazer um parto sem anestesia e com uma doula."
Parabéns!
Muita saúde e muito leite!
Até mais!
21 de junho de 2010
Nasceu Gabriel, Filho da Viviane
A Vivi disse que o parto foi exatamente como ela queria, Gabriel nasceu com 3,080kg e o papai pode acompanhar e ajudar a mamãe durante o trabalho de parto.

22 de outubro de 2009
Nasceu Matheo, filho da Magridt
Matheo nasceu às 14:05h na maternidade municipal, de parto normal na cadeira de parto, sem epsiotomia e com uma pequena laceração. Pesou 3.355gr e mediu 49cm.
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